Exportações de Minas Gerais alcançam US$ 6,6 bi em 2026
Exportações de Minas Gerais alcançaram US$ 6,6 bilhões no primeiro bimestre de 2026, crescimento de 5,9% em comparação ao mesmo período de 2025, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Exportações de Minas Gerais alcançam US$ 6,6 bi em 2026
Com o resultado, Minas Gerais manteve a posição de segundo maior exportador do país e respondeu por 13% das vendas externas brasileiras entre janeiro e fevereiro. No mesmo intervalo, as importações totalizaram US$ 2,9 bilhões, participação de 6,8% no total nacional. Dessa forma, o estado registrou superávit comercial de US$ 3,7 bilhões, incremento de quase 12% ante os US$ 3,3 bilhões verificados um ano antes.
O fluxo comercial mineiro (soma de exportações e importações) atingiu US$ 9,5 bilhões, avanço de 3,7% e o terceiro maior do país. Entre os produtos, o ouro liderou o aumento de receitas, com alta de 82,7% (US$ 320,3 milhões). Na sequência vieram ferro-ligas, que cresceram 40,8% (US$ 106,1 milhões), e ferro fundido bruto e ferro spiegel, com elevação de 36,8% (US$ 46,5 milhões).
Em fevereiro isoladamente, as exportações somaram US$ 3,3 bilhões, salto de 7,8% sobre o mesmo mês de 2025 e equivalente a 12,6% das vendas externas nacionais. O superávit mensal chegou a US$ 1,9 bilhão, 13,3% maior que o de fevereiro do ano passado, enquanto as importações ficaram em US$ 1,4 bilhão, variação positiva de 1,1%.
A China permaneceu como principal destino dos embarques mineiros, absorvendo 29,8% das mercadorias, seguida por Estados Unidos (8,2%), Alemanha (5,7%), Canadá (4,5%) e Suíça (4,3%). As vendas para o mercado suíço cresceram US$ 113 milhões no acumulado do bimestre.
Os itens mais exportados foram minérios de ferro e seus concentrados (25,9%), café (24,7%), ouro (10,3%), ferro-ligas (7,5%) e açúcares (2,7%). Entre os municípios, Varginha liderou a pauta de exportação com 8,7% do total estadual, seguida por Araxá (8,1%), Paracatu (7,8%), Nova Lima (5,9%) e Ouro Preto (4,1%).

Imagem: Internet
Do lado das importações, Extrema respondeu por 16,5% das compras externas do estado, à frente de Betim (12,3%), Belo Horizonte (9,5%), Uberaba (5,9%) e Varginha (5,5%).
Para a secretária estadual de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa, o desempenho confirma “o potencial mineiro consolidado no comércio exterior” e reforça a expectativa de resultados ainda melhores ao longo de 2026. Os dados completos estão disponíveis no site do MDIC.
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Crédito da imagem: Ana Torres / Sede-MG















