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Explosivos no Estreito de Ormuz: EUA intensificam varredura

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Explosivos no Estreito de Ormuz: EUA intensificam varredura

Explosivos no Estreito de Ormuz: EUA intensificam varredura A Marinha dos Estados Unidos iniciou a remoção de minas atribuídas ao Irã para reabrir, com segurança, a rota por onde passa cerca de 20% do petróleo global.

Operação pode levar até seis meses

Em reunião reservada no Capitólio, representantes do Pentágono informaram a congressistas que a limpeza completa do estreito deve durar aproximadamente seis meses. Questionado, o secretário de Defesa Pete Hegseth não confirmou nem desmentiu o prazo.

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Frota reforçada e drones subaquáticos

Para acelerar a tarefa, o presidente Donald Trump ordenou que a Marinha triplique o número de equipes de varredura e autorize ataques contra qualquer embarcação que tente lançar novos explosivos. A ação envolve navios de combate equipados com drones subaquáticos, sonares de alta precisão, técnicos especializados e mergulhadores. Dois caça-minas da classe Avenger foram deslocados do Japão para a região.

Impacto econômico e fator psicológico

A incerteza em torno das minas já afeta companhias de navegação e seguradoras, que adicionaram cláusulas exigindo contato prévio com autoridades iranianas antes de cruzar o estreito. Analistas sublinham que, mesmo após a desminagem, Teerã pode alegar a existência de artefatos remanescentes, prolongando o receio de empresas de transporte marítimo.

Estratégia mais ampla contra Teerã

A retirada de explosivos se integra a um plano que inclui bloqueio de portos iranianos, apreensão de navios ligados a Teerã e uma segunda rodada de conversas de paz prevista para este fim de semana no Paquistão. De acordo com a BBC, quaisquer avanços diplomáticos dependem do cumprimento de um cessar-fogo frágil firmado após semanas de confronto.

No curto prazo, a confiança de exportadores e importadores de petróleo segue abalada. Especialistas alertam que a restauração plena das rotas de navegação só ocorrerá depois que seguradoras e transportadoras estiverem convencidas da ausência total de riscos subaquáticos.

Para acompanhar como essa operação no Golfo Pérsico pode influenciar outros mercados, visite nossa editoria de colunistas e fique por dentro das análises exclusivas.

Crédito da imagem: Jacques Descloitres/ Wikimedia Commons

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