EUA e Israel atacam Irã; Trump incita iranianos a reagir
EUA e Israel atacam Irã; Trump incita iranianos a reagir. A ofensiva conjunta deste sábado (data local não divulgada) atingiu alvos estratégicos em todo o território iraniano, incluindo o complexo do aiatolá Ali Khamenei, em Teerã, enquanto o ex-presidente norte-americano Donald Trump conclamava a população a “tomar o controle do governo”.
EUA e Israel atacam Irã; Trump incita iranianos a reagir
Testemunhas relataram colunas de fumaça na capital iraniana após as primeiras explosões. Ainda não há confirmação sobre a presença do líder supremo no local. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Trump justificou a operação citando “47 anos de campanha sangrenta” do regime contra os EUA e aliados e pediu que os iranianos buscassem abrigo durante os bombardeios para, depois, “assumir” o poder.
Pouco depois dos primeiros ataques, a Guarda Revolucionária do Irã lançou drones e mísseis contra Israel, gerando alertas em todo o país. Hospitais israelenses ativaram protocolos de emergência, deslocando pacientes para áreas subterrâneas enquanto o sistema de defesa interceptava projéteis.
O efeito dominó rapidamente alcançou outras nações do Oriente Médio. O Bahrein relatou investida contra a base da 5ª Frota da Marinha dos EUA; sirenes soaram no Kuwait, que abriga o Exército Central americano, e explosões foram ouvidas no Catar. Iraque e Emirados Árabes Unidos fecharam seu espaço aéreo, enquanto a Jordânia emitiu alertas.
Numa nota desafiadora publicada na rede X, o Ministério das Relações Exteriores iraniano declarou que “chegou a hora de defender a pátria”. Grupos aliados do Irã, como os houthis do Iêmen, prometeram retomar ataques a rotas marítimas no mar Vermelho e a território israelense.
Apesar de citar o programa nuclear como motivação, Trump listou queixas históricas desde 1979. Ele reconheceu a possibilidade de baixas americanas, “algo que acontece em guerras”. Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, classificou o Irã como “ameaça existencial” e afirmou que a operação cria condições para que “o povo iraniano decida seu destino”. Segundo fonte ouvida sob anonimato, alvos militares, governamentais e de inteligência foram priorizados.

Imagem: Internet
Teerã mantém autolimite de 2.000 km para seus mísseis balísticos, alcance que cobre todo o Oriente Médio e parte da Europa. Não há evidências públicas de esforço iraniano por mísseis intercontinentais, embora Washington critique o programa espacial do país, conforme lembra a BBC.
Ainda não se sabe o número de vítimas. As embaixadas dos EUA em Catar, Emirados e Israel instruíram funcionários e cidadãos a permanecem abrigados até novo aviso. Ruas próximas ao escritório de Khamenei foram bloqueadas por autoridades iranianas em meio a novos estrondos.
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Crédito da imagem: Globalnews.ca















