Elon Musk diz ser possível estender longevidade humana
Elon Musk diz ser possível estender longevidade humana ao afirmar que o envelhecimento é “pré-programado” e pode ser reconfigurado pela ciência, segundo declarou no podcast “Moonshots with Peter Diamandis”.
Elon Musk diz ser possível estender longevidade humana
Durante a entrevista, o fundador da SpaceX e da Tesla argumentou que todos os órgãos envelhecem de forma sincronizada, o que indicaria a presença de um “relógio biológico” central. “Ninguém tem um braço esquerdo velho e um braço direito jovem”, disse Musk, sugerindo que localizar esse mecanismo permitiria retardar o processo de envelhecimento.
Sincronia do corpo e desafio científico
Especialistas concordam que fatores genéticos, hormonais e celulares mantêm os tecidos alinhados na mesma idade biológica. Identificar esse eixo, afirma Musk, tornaria a longevidade um problema “solucionável”, passível de intervenção médica e tecnológica.
Inteligência artificial e robótica na medicina
Musk ressaltou o avanço de inteligência artificial e robótica na saúde, citando o procedimento Lasik, conduzido por lasers controlados por computador, como exemplo de precisão superior à intervenção humana. Ele prevê que cirurgiões robóticos ultrapassarão a capacidade humana em operações delicadas, abrindo caminho para tratamentos mais seguros e acessíveis.
Impacto social do aumento da expectativa de vida
Embora otimista, o empresário alerta para os riscos sociais de viver demais. “Preferiria estar morto a chegar aos 100 anos com demência ou como peso para a sociedade”, afirmou. Segundo ele, líderes que nunca se renovam podem “fossilizar” o progresso, motivo pelo qual a extensão da vida deve vir acompanhada de ética e responsabilidade coletiva.

Imagem: Internet
Pesquisas recentes reforçam a visão de Musk. Um estudo divulgado pela revista Nature indica que a manipulação de genes e proteínas associados ao envelhecimento já prolonga a vida de animais em laboratório, alimentando a perspectiva de aplicações humanas nas próximas décadas.
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Crédito da imagem: InfoMoney















