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Eduardo Pape encanta técnico do Cruzeiro na Copinha

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Eduardo Pape encanta técnico do Cruzeiro na Copinha

Eduardo Pape encanta técnico do Cruzeiro na Copinha e, aos 16 anos, já é considerado o cérebro da equipe sub-20 que sustenta campanha perfeita na Copa São Paulo de Futebol Júnior.

Eduardo Pape encanta técnico do Cruzeiro na Copinha

Em coletiva realizada nesta sexta-feira (23/1), o comandante celeste Mairon César destacou a maturidade e a técnica acima da média do meio-campista, principal responsável pela cadência do jogo. “Ele controla espaços com e sem a bola, alterna o ritmo com inteligência e poucos toques”, afirmou o treinador, sublinhando que todo esse repertório é “impressionante” para quem ainda nem completou 17 anos.

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A postura fora de campo também chama atenção da comissão. Segundo Mairon, Pape demonstra simplicidade e foco, fatores determinantes para uma transição tranquila entre categorias. “Estamos cuidando dele de forma assertiva, sem exageros, para que dê o próximo passo no momento certo”, acrescentou.

Suspenso pelo terceiro cartão amarelo, o camisa 8 — que atua como um moderno volante de número 5 — desfalcará a equipe na decisão contra o São Paulo, domingo (25/1), às 11h, no Pacaembu. Mesmo assim, o técnico garante ter alternativas confiáveis: André, Alê e Murilo surgem como opções para manter o equilíbrio no meio-campo.

O duelo reaviva a final de 2007, quando o Cruzeiro conquistou seu único título da Copinha exatamente sobre o Tricolor paulista, nos pênaltis. A trajetória até a final deste ano incluiu liderança invicta no Grupo 13 e vitórias sobre Meia Noite-SP, Ponte Preta, Santos, Guanabara City e Grêmio — partida na qual Pape marcou um golaço antes de ser advertido.

O retrospecto celeste reforça o otimismo da torcida, enquanto especialistas apontam o torneio como vitrine fundamental para jovens talentos. De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol, mais de 60% dos jogadores da Série A passaram pela competição de base.

Com ou sem seu maestro, o Cruzeiro busca encerrar o jejum de 19 anos sem erguer o troféu. A comissão técnica aposta no coletivo fortalecido e na serenidade para superar a ausência do prodígio, que já desperta olhares da equipe profissional.

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Crédito da imagem: Diego Soares / Ag.Paulistão

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