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Dia da Capivara reforça vínculo do animal com Juiz de Fora

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Dia da Capivara reforça vínculo do animal com Juiz de Fora

Dia da Capivara reforça vínculo do animal com Juiz de Fora em 14 de setembro, quando o maior roedor do planeta ganha holofotes e evidencia sua conexão com a cultura brasileira e, em especial, com a população de Juiz de Fora.

Capivara é símbolo de convivência urbana na cidade

Presença constante nas margens do Rio Paraibuna e no Jardim Botânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), a capivara consolidou-se como um dos ícones da fauna local. O biólogo Breno Moreira Mottan, doutor em Ecologia e diretor do Jardim Botânico, explica que o roedor possui hábitos semiaquáticos, vive em bandos e depende da proximidade com a água para garantir alimentação, descanso e proteção.

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A facilidade de observação do animal em áreas abertas colabora para a identificação do público com a espécie. “É comum vê-las em praças, lagos e parques; essa convivência diária aproxima o cidadão da natureza”, destaca Mottan.

Fenômeno cultural nas redes e no comércio

Nos últimos anos, a capivara ultrapassou os espaços verdes e conquistou a internet. Imagens, memes, estampas e pelúcias multiplicaram-se, impulsionadas pela aparência singular e pelo comportamento pacífico do animal. Segundo o pesquisador, a combinação de tranquilidade e vida coletiva passa uma sensação de harmonia que agrada usuários de todo o mundo.

Dados sobre o roedor podem ser conferidos na página da capivara na Wikipédia, que detalha anatomia, hábitos e distribuição do animal em território sul-americano.

Respeito à vida silvestre é fundamental

Mottan alerta que, apesar da aparência dócil, a capivara é um animal silvestre e pode transmitir doenças. “Não se deve tocar, alimentar ou tentar interagir. O ideal é observar à distância e respeitar seu espaço”, orienta o biólogo.

O Dia da Capivara reforça a importância da convivência equilibrada entre humanos e fauna, lembrando que a preservação começa com o comportamento responsável de cada visitante dos parques e margens urbanas.

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Crédito da imagem: Breno Moreira Mottan

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