Crise da ViagensPromo: discurso do fundador gera revolta
Crise da ViagensPromo: discurso do fundador gera revolta marca novo capítulo na turbulência que atinge o turismo brasileiro, após o colapso da operadora deixar centenas de agências sem respaldo financeiro.
Discurso sem soluções aumenta a indignação
Depois de semanas de silêncio, Renato Kido, fundador da ViagensPromo, fez um pronunciamento considerado “frio e autopromocional” por profissionais do setor. O executivo não apresentou plano de ressarcimento, nem cronograma de pagamentos a fornecedores e passageiros afetados.
Impacto direto em agências e viajantes
Desde a derrocada da empresa, agentes de viagens relatam prejuízos que vão de passagens aéreas não emitidas a hotéis sem quitação. Muitos recorreram ao próprio caixa para evitar que clientes ficassem sem atendimento. Outros, diante do rombo financeiro, suspenderam operações ou encerraram atividades.
Falta de transparência mantém clima de incerteza
A sede e os escritórios da operadora permanecem fechados, sem canais oficiais de atendimento. Especialistas lembram que, segundo o Ministério do Turismo, empresas do setor devem disponibilizar informações claras em caso de interrupção de serviços, o que não ocorreu até agora.
Entidades cobram responsabilidade
Organizações como a Protur reforçam a necessidade de “verdade e justiça” para evitar que falhas de governança se repitam. O grupo pretende acompanhar possíveis processos judiciais e exigir compensação aos prejudicados.

Imagem: Greg Grigoragi
No momento, agentes aguardam posicionamento formal sobre reembolsos e prazos, enquanto o turismo nacional tenta recuperar a confiança perdida.
Para saber como outras empresas lidam com crises e acompanhar análises recentes, visite nosso caderno BRASIL e continue informado.
Crédito da imagem: Greg Grigoragi/Brasilturis















