Covinhas: entenda por que apenas alguns rostos as têm
Covinhas: entenda por que apenas alguns rostos as têm são pequenas depressões naturais na pele, geralmente vistas nas bochechas quando sorrimos. Embora não tenham função biológica conhecida, costumam ser associadas a charme e beleza em diferentes culturas.
Covinhas: entenda por que apenas alguns rostos as têm
As covinhas aparecem, sobretudo, nas bochechas, mas podem surgir no queixo e até na região lombar — as chamadas “covinhas de Vênus” nas mulheres ou “de Apolo” nos homens. Na maioria dos casos, elas são bilaterais, mas também podem ocorrer em apenas um lado do rosto.
A forma do rosto contribui para o aspecto e a localização das covinhas. Faces longas e estreitas tendem a exibir depressões mais finas, enquanto rostos curtos e largos apresentam covinhas arredondadas. Rostos de proporções medianas são os que mais revelam o traço.
O principal fator anatômico é uma variação no músculo zigomático maior, que pode se dividir em dois feixes. Ao contrair, essa bifurcação puxa a pele, criando a depressão característica. Como se trata de tecido móvel, o efeito fica mais evidente durante expressões faciais, principalmente no sorriso.
Especialistas discutem se as covinhas têm origem genética dominante. Embora a crença popular apoie essa hipótese, estudos sugerem que a herança não é tão simples e pode envolver múltiplos genes. Além disso, bebês podem nascer com covinhas transitórias que desaparecem conforme a gordura facial diminui e a musculatura se desenvolve.
Para quem procura uma visão científica detalhada, a Enciclopédia Britannica explica que covinhas resultam de diferenças sutis na interação entre músculos faciais e tecido subcutâneo. Essas variações são consideradas normais e não apresentam riscos à saúde.
Imagem: Marina Deshko Shutterstock
Apesar da falta de utilidade prática, as covinhas seguem despertando curiosidade e admiração, o que reforça seu papel cultural como sinal de atração e simpatia.
No universo de particularidades do corpo humano, as covinhas ocupam lugar de destaque. Se você gosta de entender fenômenos anatômicos do dia a dia, visite nossa editoria de curiosidades em Minas Informa e continue acompanhando nossas reportagens.
Crédito da imagem: Marina Demeshko (Shutterstock)















