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Cobertura vacinal em Minas Gerais ganha novo monitoramento

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Cobertura vacinal em Minas Gerais ganha novo monitoramento

Cobertura vacinal em Minas Gerais entra em nova fase após a Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Governador Valadares promover, em 31/3 e 1/4, o primeiro ciclo de avaliação do projeto “Estratégias para Aumento da Cobertura Vacinal em Todos os Ciclos de Vida”.

Cobertura vacinal em Minas Gerais ganha novo monitoramento

A oficina, que iniciou em 2025, avalia os planos de ação elaborados pelos municípios da macrorregião Leste para ampliar o acesso da população aos serviços de imunização. O foco está em três públicos prioritários: crianças menores de 2 anos, adolescentes de 9 a 14 anos e gestantes.

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Segundo Adriana Soares, referência técnica da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), a proposta é “sensibilizar os gestores para planos eficazes, elevar o número de doses aplicadas e atualizar cartões de vacinação, garantindo proteção coletiva”.

Durante o encontro, gestores e profissionais de saúde analisaram indicadores, compartilharam experiências e receberam capacitação para usar uma ferramenta que mede o esforço e o impacto de cada ação. Com esses dados, cada município poderá reavaliar e aperfeiçoar suas estratégias, tornando-as mais alinhadas às metas de cobertura vacinal.

A iniciativa conta com o apoio do Observatório de Pesquisas e Estudos em Saúde e Vacinação (OPESV) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que colabora com a SES-MG desde 2021. De acordo com a professora Alexandra Dias Moreira, da Escola de Enfermagem da UFMG, o projeto começou concentrado em crianças menores de um ano, foi ampliado para adolescentes e atualmente cobre “todos os ciclos de vida”.

A metodologia prevê oficinas regionais seguidas de monitoramentos trimestrais; ao todo, quatro ciclos serão realizados em cada regional. “Nosso objetivo não é auditar, mas acompanhar e ajustar, respeitando as particularidades locais”, reforçou Alexandra.

Especialistas apontam que monitoramentos frequentes são fundamentais para reverter a queda nas taxas de imunização registrada nacionalmente. O Ministério da Saúde também destaca, em documento recente, a importância de estratégias regionais que considerem especificidades territoriais (fonte oficial).

A continuidade das oficinas em 2026 deverá consolidar resultados, fortalecer a vigilância epidemiológica e proteger a população mineira contra doenças imunopreveníveis.

Quer saber mais sobre ações de saúde pública? Visite nossa editoria Brasil e acompanhe as próximas atualizações.

Crédito da imagem: Paula Andressa

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