Ciptea avança em Minas com mutirões de emissão
Ciptea avança em Minas com mutirões de emissão. A Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, criada em 2021, ganhou novo impulso graças aos mutirões do programa Governo Presente, que aproximam o serviço de cidades do interior e já beneficiaram quase 63 mil cidadãos.
Documento garante acessibilidade e respeito
A Ciptea assegura atendimento preferencial em unidades de saúde, escolas e repartições públicas ou privadas. Para Daniela Silva, 25 anos, que participou da ação em Ipatinga, o documento “traz acessibilidade” ao tornar visível uma condição ainda pouco compreendida. Desde o lançamento, 62.973 carteiras foram emitidas em 832 municípios mineiros.
Mutirões percorrem todas as regiões
Desde março, a emissão foi incorporada aos mutirões do Governo Presente, passando por Uberlândia, Ipatinga e Ubá. A estratégia, segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Ricardo Alves, “faz o direito chegar a quem mais precisa”. O diretor de Políticas para Pessoas com Deficiência, Daniel Araújo, acrescenta que a carteira é “mecanismo efetivo de garantia de direitos”.
Compromisso estadual com inclusão
Para o governador Mateus Simões, a iniciativa simboliza o dever do estado de reconhecer e respeitar cada pessoa com TEA. Ele afirma que o documento “é a expressão concreta de um governo que trabalha para que a inclusão seja realidade em cada canto de Minas Gerais”. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que uma em cada 100 pessoas está no espectro autista, reforçando a relevância da ação.
Como solicitar a Ciptea
Além dos mutirões, a emissão é gratuita e pode ser feita pelo aplicativo MG App, pelo site cidadao.mg ou presencialmente nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs). É necessário apresentar documento de identidade, CPF, foto 3×4 e laudo médico com CID.

Imagem: Internet
O avanço da Ciptea reflete uma Minas Gerais mais acessível. Continue acompanhando as iniciativas de inclusão na editoria Brasil e saiba como participar dos próximos mutirões.
Crédito da imagem: Sedese / Divulgação















