CECO de Carmo do Paranaíba inspira municípios vizinhos
CECO de Carmo do Paranaíba inspira municípios vizinhos ao receber representantes de 13 cidades da Superintendência Regional de Saúde de Patos de Minas, que avaliaram o espaço como modelo para implantação de Centros de Convivência e Cultura em toda a região.
CECO de Carmo do Paranaíba inspira municípios vizinhos
O Centro de Convivência e Cultura (CECO), integrante da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), abriu as portas para gestores e técnicos de Alpinópolis, Arapuá, Coromandel, Guimarânia e outras nove cidades. O objetivo foi apresentar a infraestrutura dedicada à sociabilidade, inclusão social e fortalecimento de vínculos por meio de arte, cultura e cidadania.
Durante a visita, a referência técnica da RAPS na SRS Patos de Minas, Cássia Silene Rodrigues Bontempo, destacou a necessidade de resgatar tradições locais. “Nossa região é carente de arte e cultura; precisamos voltar a ocupar espaços como teatros e valorizar a cultura local por meio dos centros de convivência”, afirmou.
Espaço democrático e oficinas diversificadas
Segundo o prefeito Lucas Mendes, o CECO é aberto a toda a população, sem restrição de público. Atualmente, mais de 100 pessoas participam de oficinas de crochê, vagonite, reiki, pilates, ginástica laboral, jardinagem, tai chi chuan, xadrez, shantala e yoga.
A professora Elza Batista de Oliveira, frequentadora da ginástica laboral, relata benefícios físicos e emocionais: “O convívio faz bem ao bem-estar, troca de experiências e construção de novas amizades”.
Investimentos garantem sustentabilidade
Inaugurado em 9/12/25, o CECO é o primeiro do tipo II na região. Para manter o serviço, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais repassa R$ 120 mil anuais. Quando habilitado pelo Ministério da Saúde, o valor sobe para R$ 420 mil por unidade, assegurando equipes capacitadas e manutenção das atividades.

Imagem: Internet
Capacitação e desafio operacional
O coordenador Alex Ferreira Leal explicou que, além de conhecimento em saúde mental, os profissionais devem dominar técnicas práticas para conduzir atividades coletivas e fomentar a participação comunitária.
Com a experiência bem-sucedida, os 13 municípios visitantes estudam replicar o modelo, ampliando a Rede de Atenção Psicossocial e combatendo o estigma ligado ao sofrimento psíquico em todo o Alto Paranaíba.
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Crédito da imagem: Thalia Fernandes de Oliveira















