Carteira recomendada Santander: 11 ações para outubro 2025
Carteira recomendada Santander: 11 ações para outubro 2025 abre o mês mantendo a mesma composição de setembro, focada em companhias de médio e grande porte com potencial de alta rentabilidade e objetivo de superar o Ibovespa no longo prazo.
Composição da carteira e destaques setoriais
O banco segue confiante em Bradesco (BBDC4), Cyrela (CYRE3), Itaú Unibanco (ITUB4), Lojas Renner (LREN3), Multiplan (MULT3), Petrobras (PETR4), Rede D’Or (RDOR3), Sabesp (SBSP3), Totvs (TOTS3), Vale (VALE3) e WEG (WEGE3). Entre os motivos, o Santander vê a Sabesp favorecida pelo avanço da privatização, enquanto a Totvs se beneficia da forte exposição ao mercado de software e de possíveis aquisições.
No setor de shopping centers, a Multiplan se destaca pelo portfólio sólido e pela perspectiva de crescimento de aluguel. Já a Cyrela mantém balanço robusto e portfólio diversificado, fatores que sustentam a expectativa de expansão. No segmento de mineração, a Vale segue apoiada por preços atrativos do minério de ferro e pela consolidação do acordo de reparação de Mariana, o que, segundo o banco, garante maior previsibilidade.
Desempenho frente ao Ibovespa
Em setembro, a carteira entregou retorno de 4,07%, acima dos 3,57% do Ibovespa. O principal destaque foi a alta de 9,88% nas ações da Cyrela. Desde janeiro de 2011, a estratégia recomendada já acumula valorização de 141,34%, superando o ganho de 116,65% do principal índice da B3 no mesmo período.
Para 2025, o Santander projeta que o Bradesco registre retorno sobre o patrimônio (ROE) acima do custo de capital, impulsionado pelo ciclo de queda da Selic. A Petrobras permanece na carteira mesmo em meio a incertezas no setor de petróleo, graças ao fluxo de caixa resiliente. A WEG, por sua vez, é vista como aposta sólida em crescimento de longo prazo, sustentada pela diversificação de produtos e mercados.
Imagem: Kaype Abreu
Estratégia de longo prazo
Segundo o banco, a manutenção da carteira reforça a tese de escolher empresas líderes em seus segmentos, com balanços saudáveis e potencial de geração de caixa. A intenção é capturar ganhos consistentes e proteger o investidor contra oscilações de curto prazo do mercado brasileiro.
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Crédito da imagem: iStock.com/Alfribeiro
















