Caixa Seguridade distribui R$ 1,05 bi em dividendos
Caixa Seguridade distribui R$ 1,05 bi em dividendos logo após divulgar lucro líquido recorde de R$ 1,140 bilhão no terceiro trimestre de 2025, avanço de 13,4% sobre igual período de 2024.
Pagamento, valores por ação e datas-chave
A companhia aprovou dividendos intercalares de R$ 1,05 bilhão, o equivalente a 92,1% do lucro do trimestre. O montante corresponde a R$ 0,35 por ação ordinária, será imputado aos proventos mínimos obrigatórios de 2025 e será pago em 16 de janeiro de 2026.
Terão direito aos dividendos os investidores posicionados em 2/1/2026. Ações da Caixa Seguridade (CXSE3) serão negociadas “ex-dividendos” a partir de 5/1/2026. Os valores serão atualizados pela taxa Selic entre 31/12/2025 e a data de pagamento, com imposto de renda retido na fonte conforme a legislação.
O crédito será realizado diretamente em conta corrente via Banco Bradesco, depositário das ações. Quem mantiver papéis na CBLC receberá os proventos por intermédio de suas corretoras.
Desempenho operacional sustenta remuneração recorde
O resultado de R$ 1,140 bilhão superou a estimativa média de R$ 1 bilhão compilada pela LSEG. O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) recorrente atingiu 69,2%, 6,3 pontos percentuais acima do registrado um ano antes.
A receita operacional somou R$ 1,5 bilhão, alta de 13,1% na comparação anual, enquanto o custo com serviços avançou 28,5%. O resultado operacional alcançou R$ 1,23 bilhão, crescimento de 11,2%. Prêmios emitidos ficaram em R$ 2,5 bilhões, praticamente estáveis, e a sinistralidade recuou para 23,8% frente aos 25,1% do fim do segundo trimestre.

Imagem: Kaype Abreu
De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o setor de seguros mantém tendência de expansão em 2025, sustentando a política de dividendos agressiva da companhia.
Com a robustez dos números e a distribuição de 92% do lucro, a Caixa Seguridade reforça sua posição entre as empresas que mais remuneram o acionista no mercado brasileiro. A expectativa agora recai sobre os resultados do quarto trimestre, que podem consolidar novo recorde anual.
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Crédito da imagem: Agência Brasil/Marcelo Camargo















