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Cadeirinha, bebê conforto ou assento? Saiba a diferença

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Cadeirinha, bebê conforto ou assento? Saiba a diferença

Cadeirinha, bebê conforto ou assento? Saiba a diferença Cadeirinha, bebê conforto e assento de elevação são itens obrigatórios que garantem a segurança infantil no transporte veicular, mas cada um foi desenvolvido para uma etapa específica do crescimento da criança.

Cadeirinha, bebê conforto ou assento? Saiba a diferença

De acordo com a legislação brasileira, todos os três dispositivos fazem parte dos Dispositivos de Retenção para Crianças (DRC). No entanto, escolher o modelo inadequado para idade, peso ou altura pode colocar a criança em risco maior do que viajar sem proteção. A seguir, veja como cada equipamento funciona.

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Bebê conforto – Primeiro equipamento do recém-nascido, tem formato de concha e envolve todo o corpo. O uso é indicado do nascimento até cerca de um ano ou até o limite de peso estabelecido pelo fabricante, normalmente 13 kg. O dispositivo deve ser fixado no banco traseiro voltado para trás, posição que reduz o impacto na cabeça e na coluna cervical em frenagens bruscas ou colisões.

Cadeirinha – Quando o bebê ultrapassa o limite do bebê conforto, o próximo passo é a cadeirinha. Recomendada, em média, dos 9 kg aos 18 kg, ela atende crianças de 1 a 4 anos. O equipamento fica instalado de frente para o movimento do carro e possui cinto de cinco pontos que mantém ombros, quadris e entrepernas firmes, distribuindo melhor as forças em caso de acidente.

Assento de elevação – Última etapa antes do uso exclusivo do cinto de segurança, o assento eleva a criança para que a faixa diagonal passe pelo ombro e a subabdominal, sobre o quadril. O Código de Trânsito determina a obrigatoriedade do acessório para crianças de 4 a 10 anos ou até que atinjam 1,45 m de altura. Acima dessa estatura – e completados os 10 anos – o jovem pode viajar sem o dispositivo, inclusive no banco dianteiro.

As exigências são respaldadas por normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que atualiza regras periodicamente para reduzir lesões graves e mortes no trânsito.

Especialistas em segurança veicular alertam: seguir as especificações do fabricante, instalar o dispositivo de forma correta e substituir imediatamente equipamentos danificados são atitudes imprescindíveis para a eficácia dos DRCs.

No momento de adquirir um modelo, confira o selo de certificação do Inmetro, verifique se o sistema de fixação é compatível com seu veículo e nunca utilize acessórios de segunda mão sem histórico confiável.

Quer aprofundar seus conhecimentos sobre cuidados com crianças no dia a dia? Visite nossa seção de matérias em Minas Informa e acompanhe as atualizações.

Crédito da imagem: Reprodução/Contran

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