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Bebidas adulteradas: Procon intensifica fiscalização em MG

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Bebidas adulteradas: Procon intensifica fiscalização em MG

Bebidas adulteradas: Procon intensifica fiscalização em MG e seis mortes por ingestão de metanol acenderam o alerta para a segurança dos consumidores em todo o país, levando o Ministério Público de Minas Gerais a emitir novas recomendações a bares, restaurantes, hotéis e distribuidores.

Bebidas adulteradas: Procon intensifica fiscalização em MG

O Procon do MPMG determinou que a cadeia de fornecimento adote controles de rastreabilidade, armazenamento adequado e verificação de rótulos. O órgão ressalta que vender produto impróprio configura crime contra as relações de consumo, e a adulteração pode ser enquadrada como crime hediondo.

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Em Juiz de Fora, equipes do Procon municipal, da Fiscalização de Posturas e da Vigilância Sanitária realizam operações conjuntas. Embora não haja calendário fixo, ações pautadas por denúncias resultaram, no segundo semestre de 2024, no descarte de bebidas destiladas irregulares. Com os recentes óbitos, essas inspeções serão ampliadas.

As orientações aos estabelecimentos incluem comprar apenas de distribuidores autorizados, conferir se os rótulos apresentam boa qualidade gráfica, armazenar as bebidas conforme indicação do fabricante e manter a licença municipal atualizada. Para o consumidor, a recomendação é desconfiar de preços muito abaixo da média, examinar embalagens em busca de erros de português ou sinais de violação e observar cor e resíduos do líquido antes de consumir.

Casos suspeitos devem ser comunicados imediatamente ao Procon ou à Vigilância Sanitária. Em situações de mal-estar após a ingestão, a pessoa deve buscar atendimento médico sem demora. Informações adicionais sobre direitos do consumidor podem ser consultadas no site do Ministério da Justiça, referência nacional em políticas de proteção.

O reforço na fiscalização busca evitar que as mais de 30 suspeitas de intoxicação registradas em São Paulo se repitam em Minas Gerais, preservando a saúde pública e a legalidade da atividade econômica.

Para acompanhar outras ações de defesa do consumidor em Minas, visite nossa editoria Brasil e fique por dentro das próximas atualizações.

Crédito da imagem: Fernanda Castilho

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