Barron Trump ligou à polícia e ajudou a salvar mulher
Barron Trump ligou à polícia e ajudou a salvar mulher, segundo transcrição apresentada no Tribunal da Coroa de Snaresbrook, em Londres. O filho caçula do ex-presidente dos Estados Unidos, de 19 anos, estava em uma chamada de vídeo quando testemunhou, à distância, uma agressão física contra a amiga.
Barron Trump ligou à polícia e ajudou a salvar mulher
De acordo com documentos divulgados pelos promotores, Barron usou o FaceTime em 18 de janeiro do ano passado e viu um homem, identificado como Matvei Rumiantsev, 22, golpear repetidamente a vítima. Sem saber como acionar o serviço de emergência britânico, ele pediu ajuda a dois amigos e, em seguida, efetuou a ligação internacional para a central de Londres.
Na gravação de pouco mais de oito minutos, o jovem relata: “Estou ligando dos EUA, acabei de receber uma chamada de uma garota; ela está apanhando.” Questionado pela operadora sobre a relação com a mulher, Barron respondeu que a conheceu nas redes sociais e pediu desculpas após soar impaciente: “Desculpe pela grosseria, mas é uma emergência.”
Rumiantsev responde no tribunal por agressão e duas acusações de estupro, que ele nega. Em depoimento, o réu admitiu ter ficado irritado ao descobrir conversas entre a mulher e Barron Trump. Já a vítima declarou que o telefonema “foi um sinal de Deus” que impediu o agressor de matá-la.
Segundo o jornal The Guardian, a Polícia Metropolitana solicitou um depoimento formal ao norte-americano. Em e-mail enviado em 2 de maio, Barron descreveu ter visto primeiro um homem sem camisa e, logo depois, o rosto machucado da amiga. Ele afirmou não possuir provas além do relato visual, mas reiterou que o suspeito “lhe dá problemas há muito tempo”.

Imagem: Katie Scott Global New
O julgamento continua em Londres, onde o júri avaliará os indícios apresentados pela promotoria e a versão de defesa de Rumiantsev nos próximos dias.
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Crédito da imagem: Global News















