Atlético define meta no futebol feminino para 2026
Atlético define meta no futebol feminino para 2026 ao anunciar que o objetivo principal é terminar entre as oito melhores da Série A1 na próxima temporada. A técnica Fabiana Guedes, que renovou contrato após garantir o acesso, detalhou o plano de crescimento e os ajustes estruturais que sustentam o novo projeto.
Atlético define meta no futebol feminino para 2026
Ex-jogadora e agora comandante das Vingadoras, Fabiana Guedes recebeu respaldo total da diretoria após o retorno à elite. Segundo a treinadora, a reconstrução começou com a chegada do gestor Ricardo Guedes, responsável por restabelecer investimento e organização no departamento feminino.
“Se as atletas não tiverem estrutura, não alcançam resultados”, explicou Fabi, lembrando que o clube ficou na lanterna em 2024 depois de cortes orçamentários. Para 2026, a filosofia é avançar “degrau em degrau”: primeiro consolidar a equipe, depois brigar por posições mais altas.
O elenco para a temporada já está fechado, e a comissão técnica trabalha para fortalecer a confiança do grupo — ponto considerado crítico após as derrotas recentes. A psicologia esportiva foi integrada ao dia a dia para acelerar esse processo.
Entre as melhorias citadas estão a utilização frequente da Arena MRV para treinos e jogos decisivos. A postura, segundo Fabiana, demonstra comprometimento dos mandatários com a modalidade. Em 2023, a Arena recebeu partidas contra Vitória e Santos, e a expectativa é ampliar o calendário no estádio em 2025.
O Atlético também ajustou a gestão financeira. Embora não exista promessa de orçamento “no topo”, há prioridade para alimentação, logística e equipamentos de treino. “Precisamos nos estabelecer antes de passos largos”, reforçou a treinadora.

Imagem: Daniela Veiga
Na avaliação da comissão, chegar ao Top-8 da Série A1 em 2026 será o ponto de partida para ambições maiores. “Um clube deste tamanho não pode pensar apenas em permanecer. Se ficarmos em oitavo, vamos mirar o G-4; se chegarmos lá, queremos o título”, resume Fabi.
O cenário do futebol feminino brasileiro aponta crescimento contínuo, influenciado por iniciativas da Confederação Brasileira de Futebol que exigem investimentos mínimos dos clubes da elite. Para o Atlético, alinhar-se a essas diretrizes é vital para manter competitividade e atrair novos patrocinadores.
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Crédito da imagem: Daniela Veiga / Atlético















