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Ataque à residência de Putin é posto em dúvida por EUA

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Ataque à residência de Putin é posto em dúvida por EUA

Ataque à residência de Putin é posto em dúvida por EUA. O embaixador norte-americano na Otan, Matthew Whitaker, afirmou que só confiará em informações de inteligência dos Estados Unidos antes de endossar a acusação russa de que a Ucrânia lançou 91 drones contra a casa de verão do presidente Vladimir Putin na região de Novgorod.

Ataque à residência de Putin é posto em dúvida por EUA

Dúvida estratégica em meio a negociações de paz

Whitaker declarou à emissora Fox Business que “não está claro se o ataque realmente aconteceu” e considerou “pouco inteligente” uma ação desse tipo “tão perto de um acordo de paz” que, segundo ele, Kiev deseja concluir. O diplomata ressaltou que aguardará “a posição dos serviços de inteligência dos EUA e aliados” para confirmar ou descartar o episódio.

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Reação imediata de Moscou e de Kiev

Moscou alegou na segunda-feira ter sido alvo de 91 drones ucranianos e prometeu retaliação, além de endurecer sua postura nas negociações. Já o Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia classificou a denúncia como “mentira destinada a justificar novos bombardeios, inclusive contra Kyiv”. Até o momento, a Rússia não apresentou provas do suposto ataque.

Trump e Zelensky discutem possível acordo

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump relatou ter ouvido de Putin, por telefone, que houve tentativa de ataque e disse estar “muito irritado”. Questionado sobre evidências, limitou-se a responder: “Vamos descobrir.” Após encontro com Volodymyr Zelensky no domingo, na Flórida, Trump comentou que ambos estariam “talvez muito perto” de um pacto para encerrar a guerra, iniciada pela invasão russa em fevereiro de 2022.

Silêncio da inteligência dos EUA

A Casa Branca e a CIA recusaram-se a comentar o incidente. Whitaker reforçou que “chegar ao fundo da questão” é essencial antes de qualquer posicionamento formal de Washington. Na frente de batalha, o Kremlin afirma controlar quase 20% do território ucraniano e diz manter avanço constante.

Segundo informou a agência Reuters, o clima de incerteza torna ainda mais delicadas as negociações que buscam pôr fim ao conflito.

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Crédito da imagem: Global News

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