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Advogada É Impedida de Entrar no TJMG por Usar Turbante e Caso Gera Debate Nacional sobre Liberdade Religiosa

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Um episódio de possível discriminação no ambiente jurídico causou indignação nesta quarta-feira (7), quando uma advogada foi impedida de entrar no prédio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) por estar usando um turbante. O acessório, segundo a profissional, faz parte de sua identidade religiosa e cultural.

A ocorrência foi registrada por testemunhas no local e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e entre entidades da advocacia, que classificaram a atitude como um desrespeito à liberdade religiosa e aos direitos fundamentais garantidos pela Constituição.

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A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG) afirmou que irá apurar o caso com rigor e já acionou a Comissão de Igualdade Racial para acompanhar a advogada. O TJMG ainda não se manifestou oficialmente, mas informou que apura os fatos.

Especialistas em direito e diversidade destacam que o uso de símbolos religiosos, como turbantes, não pode ser obstáculo para o exercício profissional, especialmente em espaços públicos como o Judiciário.

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