Acordo de turismo Brasil e Bolívia amplia fluxo em 2026
Acordo de turismo Brasil e Bolívia amplia fluxo em 2026. O novo memorando de entendimento, assinado em Brasília pelo ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, durante encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder boliviano Rodrigo Paz, estabelece ações para impulsionar viagens, investimentos e integração de destinos na América do Sul.
Acordo de turismo Brasil e Bolívia amplia fluxo em 2026
O documento prevê intercâmbio de informações, promoção conjunta de roteiros, qualificação profissional e participação coordenada em eventos internacionais, com a meta de posicionar a região como polo competitivo global. Feliciano ressaltou que o fortalecimento da cooperação já reflete nos números: a chegada de bolivianos subiu de 123,8 mil em 2023 para mais de 129 mil em 2024.
Durante a agenda bilateral, Lula e Paz também discutiram o avanço da rota bioceânica, corredor logístico que ligará os oceanos Atlântico e Pacífico. A iniciativa deve reduzir custos de transporte, facilitar o comércio e, segundo os governos, ampliar significativamente o fluxo turístico entre os dois países.
O memorando inclui ainda estímulos à atração de capital privado para infraestrutura turística. A expectativa é que novos investimentos apoiem desde a modernização de passagens de fronteira até a criação de circuitos integrados, conectando capitais, parques nacionais e comunidades fronteiriças ao longo dos mais de 3,4 mil quilômetros de limite terrestre compartilhado.
Para especialistas, o acordo está alinhado a diretrizes da Organização Mundial do Turismo, que recomenda parcerias regionais como caminho para diversificar mercados e aumentar a permanência média de visitantes.
No plano diplomático, Lula reforçou que a integração sul-americana é estratégica para o crescimento sustentável, enquanto Paz destacou o potencial conjunto para atrair viajantes de longas distâncias, especialmente da Ásia e da Europa.

Imagem: Internet
Com a assinatura, Brasília e La Paz estimam consolidar o turismo como vetor de desenvolvimento econômico, geração de empregos e aproximação cultural. O cronograma de ações será detalhado nos próximos meses por um grupo de trabalho binacional.
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Crédito da imagem: Freepik















