Identificação de animais domésticos avança em Minas Gerais
Identificação de animais domésticos avança em Minas Gerais com o Sistema Estadual que consolida, desde 2022, o registro oficial de cães e gatos microchipados no estado.
Identificação de animais domésticos avança em Minas Gerais
Coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), o Sistema Estadual de Identificação de Animais Domésticos reúne dados de 392.757 pets cadastrados em 563 municípios até fevereiro de 2026. A plataforma centraliza as informações do microchip, dos tutores e do histórico de guarda, garantindo transparência e rastreabilidade.
Antes fragmentados em bancos locais, os registros agora integram uma base única que fortalece políticas de bem-estar, combate ao abandono e incentiva a guarda responsável. A ferramenta é utilizada por prefeituras, consórcios intermunicipais, clínicas veterinárias e organizações da sociedade civil, independentemente da fonte de recursos investida.
Entre as melhorias recentes destacam-se a inclusão do endereço completo de tutores e animais, permitindo mapeamento territorial preciso, e o cadastro de múltiplos responsáveis, que registra cada alteração de posse. Uma API facilita a integração de parceiros, eliminando retrabalho e padronizando dados.
O sistema também passou a emitir a carteirinha digital do pet em PDF logo após o cadastro, reunindo dados essenciais para rápida identificação. De acordo com Peterson Barbosa, diretor de Gestão de Tecnologia da Informação da Semad, a unificação da distribuição de microchips tornou o modelo mineiro referência nacional. Minas foi o primeiro estado brasileiro a oferecer plataforma estadual de informações sobre fauna doméstica acessível a todos os municípios.
Somente em 2025 foram cadastrados 145.852 animais em 408 cidades mineiras, e outros 48.622 entraram na base no primeiro bimestre de 2026, números que reforçam a consolidação do sistema como eixo estruturante das ações estaduais de manejo populacional.

Imagem: Internet
Segundo Patrícia Carvalho, superintendente de Educação Ambiental e Fauna Doméstica da Semad, uma base única, segura e integrada amplia o alcance das políticas, apoia a educação ambiental e melhora o planejamento de campanhas de esterilização e adoção. O tema também é prioridade em agendas nacionais de proteção animal, como destaca o Ministério do Meio Ambiente.
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Crédito da imagem: Semad / Divulgação















