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Genética influencia longevidade mais que hábitos, diz estudo

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Genética influencia longevidade mais que hábitos, diz estudo

Genética influencia longevidade mais que hábitos, diz estudo revela pesquisa que atribui cerca de 55% da variação na saúde ao envelhecer aos próprios genes, superando o impacto de alimentação, atividade física e outras escolhas de vida.

Genética influencia longevidade mais que hábitos, diz estudo

O levantamento analisou milhares de pares de irmãos gêmeos para separar, com maior precisão estatística, a parcela devida ao DNA daquelas associadas ao meio ambiente. Ao comparar gêmeos criados em famílias distintas, os cientistas concluíram que os fatores hereditários respondem por mais da metade da capacidade de chegar à velhice com saúde.

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Estimativas anteriores apontavam que a herança genética explicava até 25% da longevidade. Com a nova metodologia, a influência saltou para aproximadamente 55%, número que surpreendeu parte da comunidade científica. A técnica estatística empregada minimizou distorções causadas por mortes acidentais ou doenças infecciosas, focando apenas nos elementos biológicos ligados ao envelhecimento.

Apesar do protagonismo do DNA, os autores do estudo reforçam que manter hábitos de vida saudáveis continua essencial. Prática regular de exercícios, dieta balanceada, sono adequado e acompanhamento médico podem atenuar riscos genéticos e acrescentar anos de vida.

A descoberta ajuda a explicar por que determinadas famílias concentram supercentenários, enquanto outras enfrentam maior propensão a doenças crônicas. Estudos semelhantes conduzidos com supercentenários brasileiros já investigam a diversidade genética como pista para entender quem vive mais de 110 anos com qualidade.

Para além do debate científico, órgãos de saúde alertam que escolhas individuais seguem decisivas. Em relatório da Organização Mundial da Saúde, especialistas destacam que modificar fatores comportamentais pode reduzir em até 30% o risco de mortalidade precoce.

Em síntese, a longevidade resulta da soma entre herança biológica e decisões cotidianas. Manter corpo e mente em equilíbrio permanece a principal recomendação dos pesquisadores para viver mais e melhor.

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Crédito da imagem: Mjh Shikder/Unsplash

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