Home / NOTÍCIAS / GERAIS / Cidade amiga da pessoa idosa: sem memória não há futuro

Cidade amiga da pessoa idosa: sem memória não há futuro

Advertisements
Advertisements

Cidade amiga da pessoa idosa: sem memória não há futuro

Cidade amiga da pessoa idosa: sem memória não há futuro é o alerta do colunista José Anisio Pitico, que encerra o ano conclamando Juiz de Fora a planejar 2026 com políticas públicas voltadas ao envelhecimento digno.

Cidade amiga da pessoa idosa: sem memória não há futuro

Em sua última coluna de 2025, publicada em 28 de dezembro e atualizada em 23 de dezembro, Pitico agradece aos leitores da Tribuna pela companhia dominical e faz um apelo direto a gestores municipais, vereadores e à sociedade civil: reconhecer a contribuição das pessoas idosas e garantir orçamento para serviços socioassistenciais. Segundo o autor, “as pessoas mais velhas não são o passado que ficou para trás; são o passado que sobreviveu”.

Advertisements
Advertisements

O texto relembra que 2025 foi marcado por tensões políticas e conquistas sociais, mas também por um processo de “descarte” do que é considerado velho, inclusive das próprias pessoas. Para o colunista, a ausência de memória coletiva abre espaço para retrocessos autoritários, “discursos que se apresentam como novos, mas reciclam ideias antigas e perigosas”.

Pitico cita o desmonte de políticas de proteção social, a desvalorização da aposentadoria e a invisibilidade de corpos que já contribuíram com a sociedade. Ele afirma que a pressa tem substituído o cuidado e que o esquecimento se impõe à responsabilidade política, configurando um projeto de vida que contraria a construção de uma cidade inclusiva.

No Brasil, onde a população envelhece em ritmo acelerado, o articulista defende a adoção do modelo de “cidade amiga da pessoa idosa”, conceito difundido pela Organização Mundial da Saúde. O objetivo é adaptar espaços urbanos, transporte, saúde e cultura para atender quem envelhece agora e as próximas gerações.

Ele conclui que planejar 2026 significa preparar Juiz de Fora “para o futuro do presente”, garantindo que idosos participem das decisões e preservando suas vozes como patrimônio coletivo. O cronista inicia férias e retorna às publicações em fevereiro de 2026, deixando a mensagem: “sem os mais velhos, não há país, nem cidade”.

Para acompanhar outras análises sobre saúde e envelhecimento, visite a nossa seção de notícias em Minas Informa e permaneça informado sobre as próximas discussões do tema.

Crédito da imagem: Jose Anisio Pitico

Advertisements
Advertisements