Falta de educação agrava convivência social, alerta artigo
Falta de educação agrava convivência social, alerta artigo avalia o cotidiano brasileiro e aponta que a indiferença, do celular que interrompe conversas ao desrespeito em ônibus, corrói os vínculos de respeito mútuo.
Falta de educação agrava convivência social, alerta artigo
Publicado em 21/09/2025 e assinado por Marcos Araújo, o texto observa que a paciência para ouvir praticamente desapareceu. Segundo o autor, basta o telefone vibrar para que a atenção seja desviada, transformando diálogos em “palavras ao vento”. Esse comportamento, classificado como rudeza, vai além do simples apego à tecnologia: reflete falta de educação básica na convivência.
Araújo relata o exemplo do transporte público, onde jovens com fones de ouvido permanecem sentados enquanto idosos viajam em pé. Situações assim, ensinadas anteriormente como demonstrações de cortesia, hoje se tornaram exceção. Para o autor, “resgatar a arte da delicadeza” é o grande desafio de uma sociedade que se autodenomina civilizada.
O artigo também vincula pequenas grosserias a conflitos maiores. Intolerância, preconceito e violência seriam consequências diretas de sucessivos gestos de desconsideração. Nessa perspectiva, educação não se limita a ler e escrever; envolve ética, civismo e, principalmente, empatia.
Para reverter o cenário, o texto sugere o cultivo de referências culturais — bons livros, filmes e músicas — e a prática diária de atitudes gentis. Dados da Unesco apontam que estímulos culturais ampliam o senso crítico e favorecem a convivência pacífica, reforçando a tese defendida por Araújo.
Imagem: Pexels
Ao concluir, o autor destaca que “ouvir, compreender e agir com gentileza” pode devolver as delicadezas perdidas e impedir que a indiferença se torne regra.
Para ampliar a reflexão sobre respeito e cidadania, leia também análises em nossa seção de José Antônio – Mestre em Educação e continue acompanhando nossa editoria de Brasil.
Crédito da imagem: Pexels/Anna Shvets















