Renê da Silva Nogueira Júnior passa a ser réu por homicídio triplamente qualificado e outros crimes
A Justiça de Minas Gerais aceitou, nesta segunda-feira (15), a denúncia apresentada pelo Ministério Público contra Renê da Silva Nogueira Júnior, acusado de assassinar o gari [nome da vítima não revelado pela Justiça], em Belo Horizonte. Com a decisão, ele passa a responder como réu em processo criminal por homicídio triplamente qualificado, além de outros delitos relacionados.
De acordo com a denúncia, o crime foi cometido de forma torpe, com uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e por motivo fútil. Esses três fatores caracterizam o homicídio qualificado, aumentando a gravidade da acusação e a possível pena em caso de condenação.
Renê da Silva já havia confessado a autoria do assassinato durante as investigações policiais. O Ministério Público sustentou que, além do homicídio, ele também deverá responder por porte ilegal de arma de fogo e outros crimes correlatos.
O processo agora segue para a fase de instrução, em que testemunhas serão ouvidas e provas apresentadas. A defesa do réu terá prazo para contestar as acusações e apresentar sua versão dos fatos.
A morte do gari gerou forte comoção entre familiares, colegas de trabalho e moradores da capital mineira. Sindicatos e movimentos sociais realizaram manifestações pedindo justiça e cobrando maior proteção para trabalhadores que atuam nas ruas da cidade.
Caso seja condenado, Renê da Silva Nogueira Júnior pode pegar uma pena superior a 20 anos de prisão, considerando as qualificadoras e os demais crimes imputados.
















