Natanael brilha e se firma como titular no Atlético
Natanael brilha e se firma como titular no Atlético após sequência de boas atuações sob o comando do técnico Eduardo Domínguez, mesmo com a chegada do equatoriano Angelo Preciado, contratado por cerca de R$ 25,1 milhões para disputar a lateral direita.
Evolução sob Eduardo Domínguez
A palavra-chave Natanael Atlético ganhou força desde março, quando Domínguez assumiu a equipe e bancou o defensor de 24 anos. Segundo o próprio jogador, uma conversa franca no início de abril foi decisiva. O treinador detalhou os ajustes necessários, e o atleta respondeu com regularidade, tornando-se peça fixa no esquema tático.
Nova função em campo
Longe do corredor lateral, Natanael atua agora como um “terceiro zagueiro”. Nesse posicionamento, ele fecha por dentro quando o Atlético tem a posse, liberando o argentino Tomás Cuello para dar amplitude pelo lado direito. O lateral revelou já ter exercido a função em 2025, sob Jorge Sampaoli, e afirma estar confortável: “Quero me adaptar cada vez melhor e ajudar o time a crescer jogo a jogo”.
Números que sustentam a titularidade
Em 2025, seu primeiro ano no Galo, o atleta disputou 60 partidas (46 como titular), marcou três gols e distribuiu quatro assistências. Na temporada 2026, acumula 19 jogos — 17 desde o início — e já serviu três passes decisivos. Os dados reforçam a confiança do comando técnico, mesmo diante da forte concorrência interna.
Concorrência com Preciado
Preciado chegou em janeiro com status de titular da seleção equatoriana, adquirido junto ao Sparta Praga por 4 milhões de euros. Apesar do investimento, o equatoriano ainda busca espaço, enquanto Natanael mantém rendimento elevado. Especialistas consultados pelo portal ESPN Brasil destacam que a versatilidade defensiva favoreceu o brasileiro.

Imagem: Pedro Souza
Com a vitória por 3 × 1 sobre o Mirassol, pela 16ª rodada do Brasileirão, o Atlético segue ascendente, impulsionado pelo sistema defensivo mais sólido. Natanael, convicto, reforça o discurso de equilíbrio: “Não somos os piores nem os melhores; precisamos manter a constância”.
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Crédito da imagem: Pedro Souza/Atlético















