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Interdição cautelar: canela em pó Incoreg é barrada em MG

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Interdição cautelar: canela em pó Incoreg é barrada em MG

Interdição cautelar: canela em pó Incoreg é barrada em MG. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) tornou pública a suspensão imediata do lote 203 da canela em pó marca Incoreg, válido até janeiro de 2027, após a constatação de seis fragmentos de pelo de roedor acima do limite permitido.

Interdição cautelar: canela em pó Incoreg é barrada em MG

De acordo com o Termo de Interdição Cautelar DVA.SVS nº 130083734/2025, emitido pela Diretoria de Vigilância em Alimentos, a medida segue o Artigo 1º da Resolução SES nº 9.423, de 3 de abril de 2024. O produto foi fabricado pela Incoreg – Indústria e Comércio Reunidas Guimarães Ltda., localizada na Avenida Floriano Peixoto, 1.525, bairro Vila Santa Clara, em Teófilo Otoni (MG), inscrita no CNPJ 18.463.141/0001-06.

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O laudo de análise nº 3047.1P.0/2025, elaborado pelo Instituto Octávio Magalhães da Fundação Ezequiel Dias (Funed/Lacen-MG), identificou seis fragmentos de pelo de roedor em 50 gramas de produto, quando a Resolução RDC nº 623/2022 da Anvisa permite apenas um fragmento para essa quantidade. A presença do contaminante representa risco de agravo à saúde da população, justificando a ação preventiva.

Com a decisão, todo o estoque do lote 203 deve permanecer segregado, proibido de ser comercializado ou consumido, até que a empresa apresente contraprova satisfatória ou adote medidas corretivas exigidas pela autoridade sanitária. Estabelecimentos que possuam o produto devem retirá-lo imediatamente das prateleiras e manter registro da quantidade recolhida.

A SES-MG orienta consumidores que adquiriram a canela em pó Incoreg, lote 203, a interromper o uso e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor da fabricante para devolução ou substituição. Denúncias podem ser encaminhadas às vigilâncias sanitárias municipais ou pelo canal oficial da secretaria.

O processo de interdição cautelar permanecerá em vigor até a conclusão das análises complementares e publicação de novo despacho pela Subsecretaria de Vigilância em Saúde. Caso se confirme a contaminação, a medida poderá evoluir para apreensão definitiva e aplicação de sanções administrativas.

Para acompanhar outras notícias sobre ações de vigilância sanitária no estado, acesse a editoria Brasil e mantenha-se informado.

Crédito da imagem: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais

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