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Arena MRV tem menor naming rights da Série A

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Arena MRV tem menor naming rights da Série A

Arena MRV tem menor naming rights da Série A ao receber R$ 7,1 milhões anuais da MRV&CO, valor inferior aos acordos firmados por outros estádios da elite do futebol brasileiro, segundo levantamento que ganhou destaque após o novo contrato entre WTorre e Nubank para rebatizar o Allianz Parque.

Arena MRV tem menor naming rights da Série A

O debate sobre naming rights voltou a ganhar força quando a WTorre anunciou a rescisão com a Allianz e fechou com o Nubank, que pagará US$ 10 milhões (cerca de R$ 50,2 milhões) por ano para dar nome ao estádio do Palmeiras. O montante supera em dobro o segundo maior contrato do país, o MorumBIS, do São Paulo, estimado em R$ 25 milhões anuais.

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Na comparação com as demais arenas da Série A, a casa do Atlético ocupa a última posição. O vínculo assinado em 2017 e atualizado em 2023 garante R$ 71,7 milhões ao clube mineiro por 10 anos — aproximadamente R$ 9,1 milhões anuais já corrigidos pelo IPCA, mas ainda bem abaixo dos concorrentes diretos.

Confira o ranking atual:

1. Nubank Parque (Palmeiras) – R$ 50,2 mi/ano

2. MorumBIS (São Paulo) – R$ 25 mi/ano

3. Neo Química Arena (Corinthians) – R$ 15 mi/ano

4. Casa de Apostas Arena Fonte Nova (Bahia) – R$ 13 mi/ano

5. Arena MRV (Atlético) – R$ 7,1 mi/ano

Especialistas como Amir Somoggi, referência em marketing esportivo, avaliam que o valor acordado entre Nubank e WTorre está “inflacionado” e ultrapassa a média de ligas como NFL e NBA. Para Somoggi, “essa conta não fecha”, mas evidencia a defasagem de contratos mais antigos, caso do Atlético.

Além do naming right principal, o clube mineiro fechou acordos de sector naming rights com ArcelorMittal, Banco Inter e Ambev, diversificando fontes de receita. Ainda assim, dirigentes reconhecem que o cenário de 2017 difere do atual. “A Arena se consolidou como ativo estratégico com projeção nacional e internacional”, afirmou Márcio Freire, vice-presidente de negócios, indicando estudos para otimizar ganhos futuros.

Para entender o impacto desse movimento no mercado mundial, veja o relatório da Statista sobre receitas globais de naming rights, que mostra tendência de alta nos contratos mais recentes.

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Crédito da imagem: Leandro Couri/EM/D.A Press

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