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Azul registra Ebitda recorde de R$ 2,1 bi no 4T25 histórico

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Azul registra Ebitda recorde de R$ 2,1 bi no 4T25 histórico

Azul registra Ebitda recorde de R$ 2,1 bi no 4T25 histórico ao fechar o último trimestre de 2025 com receita operacional de R$ 5,8 bilhões e taxa de ocupação de 85%, coroando a fase final do processo de reestruturação nos Estados Unidos.

Azul registra Ebitda recorde de R$ 2,1 bi no 4T25 histórico

A Azul Linhas Aéreas divulgou resultados inéditos no quarto trimestre de 2025. O Ebitda atingiu R$ 2,1 bilhões, o maior já registrado pela companhia, representando margem de 36,9%. O resultado operacional somou R$ 1,42 bilhão, com margem de 24,5%, impulsionado por demanda aquecida e ganhos de eficiência.

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Segundo o CEO John Rodgerson, o desempenho confirma a robustez do modelo de negócios. “Mesmo concluindo uma reestruturação complexa, entregamos recordes importantes que ressaltam nossa capacidade de execução”, afirmou.

Durante o período, aproximadamente 8 milhões de passageiros foram transportados, refletindo avanço de 2,1% em RPK e aumento de 1,1% em ASK. A ocupação média de 85% foi a mais elevada para um quarto trimestre, enquanto as rotas internacionais cresceram 11,8% em capacidade e registraram 89,2% de ocupação.

No acumulado de 2025, a empresa levou 31,73 milhões de passageiros, cerca de 4% acima de 2024, de acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil.

As unidades Azul Cargo, Azul Viagens e Azul Fidelidade responderam por 21% do RASK total. Destaque para o braço de cargas, cuja receita doméstica aumentou 24% graças à maior capacidade e à disciplina operacional. O CASK subiu apenas 0,6%, abaixo da inflação de 4,3%, resultado de controles de custo e renovação de frota, que também reduziu 1,3% o consumo de combustível por ASK.

Após concluir o processo de Chapter 11 no início de 2026, a Azul reduziu em US$ 1,1 bilhão seu endividamento e cortou mais de 50% no gasto anual com juros. A operação incluiu emissão de US$ 1,375 bilhão em Senior Notes e captação de US$ 950 milhões em equity, levando a alavancagem para menos de 2,5 vezes. A liquidez encerrou 2025 em R$ 3,7 bilhões, alta de 22% na comparação anual.

Rodgerson avalia que a estrutura de capital mais leve prepara a companhia para avanços sustentáveis em 2026: “Com rede única no Brasil e negócios adjacentes crescendo rápido, estamos prontos para capturar novas oportunidades e seguir liderando o setor aéreo brasileiro”.

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Crédito da imagem: Divulgação

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