Combate ao Aedes aegypti em Ituiutaba é reforçado
Combate ao Aedes aegypti ganha força em Ituiutaba entre 19 e 27/3, quando a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) desloca a Força Estadual de Controle Vetorial para conter dengue, zika e chikungunya no Triângulo Norte.
Combate ao Aedes aegypti em Ituiutaba é reforçado
Durante nove dias, cinco equipes especializadas percorrem os bairros Universitário e Progresso, áreas com maior índice de notificações. As atividades incluem visitas domiciliares para eliminação de criadouros, aplicação de inseticida em residências e pulverização por veículos, além de orientações diretas à população.
A referência técnica da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Ituiutaba, Amanda Gonçalves de Menezes, destaca que a atuação conjunta “é essencial para reduzir a circulação do mosquito”. Segundo ela, a escolha dos bairros foi baseada em estratificação de risco e número de casos.
O cenário epidemiológico mudou significativamente em 2026. Dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses da SES-MG mostram que, até 18/3, o município registrou 216 casos confirmados de dengue e 358 de chikungunya. No mesmo período de 2025, foram 424 casos de dengue e apenas 5 de chikungunya, levando o Estado a emitir alerta epidemiológico em fevereiro.
Para sustentar a resposta assistencial, a SES-MG promoveu capacitações para profissionais da Atenção Primária e hospitais. Valdemar Filho, dirigente da GRS Ituiutaba, reforça que a estratégia “previne o aumento de casos graves” e depende do apoio da comunidade.
A vacinação contra a dengue segue disponível para o público de 10 a 14 anos. Em Ituiutaba, foram aplicadas 2.941 doses em 2025 e 445 neste ano, conforme o Painel de Coberturas Vacinais. A SES-MG relembra medidas simples, como eliminar água parada em pneus e garrafas, para impedir a proliferação do vetor.

Imagem: Internet
O Governo de Minas destina cerca de R$ 210 milhões anuais ao enfrentamento das arboviroses, empregando ovitrampas, Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL) e drones para localizar focos de difícil acesso. Essas tecnologias complementam as ações diretas de campo e a ampliação de exames laboratoriais, em linha com recomendações do Ministério da Saúde.
Em caso de febre, dores no corpo ou manchas na pele, a população deve evitar automedicação e procurar a unidade de saúde mais próxima.
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Crédito da imagem: Nilton Gomes Assessoria de Governança Regional Estratégica















