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Lucro da Vibra cresce 33% no 4T25 após Carbono Oculto

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Lucro da Vibra cresce 33% no 4T25 após Carbono Oculto

Lucro da Vibra cresce 33% no 4T25 após Carbono Oculto e atinge R$ 679 milhões, impulsionado por volumes recordes de combustíveis e recomposição das margens comerciais.

Lucro da Vibra cresce 33% no 4T25 após Carbono Oculto

A Vibra Energia (VBBR3) fechou o quarto trimestre de 2025 com lucro líquido de R$ 679 milhões, avanço de 33,1% ante o mesmo período de 2024. O lucro líquido ajustado ficou em R$ 615 milhões, alta anual de 20,5%, refletindo a retomada de margens e o aumento das vendas.

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A receita líquida ajustada alcançou R$ 50,5 bilhões, crescimento de 13,5%. O volume distribuído somou 9,5 milhões de m³, maior nível em três anos. Segundo a companhia, a recomposição das margens, após perdas de estoque ao longo de 2025, e a maior participação de produtos premium contribuíram para o desempenho.

O lucro bruto ajustado subiu 35,3%, para R$ 2,9 bilhões, com margem de 5,7% (0,9 ponto percentual acima de 2024). O Ebitda ajustado dobrou, atingindo R$ 2,62 bilhões, enquanto a margem Ebitda avançou para R$ 251 por m³, ante R$ 145 por m³ um ano antes.

No principal segmento de distribuição, o volume comercializado cresceu 5,4%, puxado por gasolina, diesel e combustível de aviação. O Ebitda dessa divisão saltou 82,7%, para R$ 2,39 bilhões, graças à eficiência operacional.

Em B2B, foram vendidos 3,47 milhões de m³, alta de 2,3%. A receita líquida foi de R$ 18,5 bilhões (+12,4%) e o Ebitda ajustado chegou a R$ 677 milhões (+51,8%). Já a área de renováveis, que inclui a Comerc, gerou R$ 1,7 bilhão em receita (+38%) e Ebitda proporcional de R$ 312 milhões (+4%).

A empresa atribui a melhora à operação federal Carbono Oculto, que intensificou a fiscalização e reduziu fraudes no mercado de combustíveis. “Com um arcabouço regulatório mais robusto e menor assimetria competitiva, mostramos capacidade de execução”, afirmou a Vibra.

O resultado financeiro ficou negativo em R$ 504 milhões, revertendo ganho de R$ 185 milhões em 2024, reflexo do maior endividamento após a consolidação da Comerc. A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 19,2 bilhões, com alavancagem de 2,4 vezes a relação dívida líquida/Ebitda, já em queda frente ao pico de 2025.

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Crédito da imagem: Vibra/Divulgação

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