Carteira recomendada Terra: 10 ações para março de 2026
Carteira recomendada Terra: 10 ações para março de 2026 é o destaque do novo relatório mensal, que substitui Banco do Brasil (BBAS3) por Bradesco (BBDC4) e promove mais duas alterações na composição do portfólio sugerido pela casa de análise.
Trocas estratégicas para o mês
A Terra Investimentos retirou Banco do Brasil, Fleury (FLRY3) e Multiplan (MULT3) da carteira. Para seus lugares entram Bradesco, Axia Energia (AXIA3) e Porto Seguro (PSSA3). Segundo os analistas, o Bradesco apresentou avanços em eficiência operacional, digitalização e redução de despesas, negociando a múltiplos considerados descontados em relação à média histórica e a outros bancos privados. Dessa forma, BBDC4 reúne potencial de recuperação e valuation atrativo.
No caso da Axia Energia, o relatório ressalta a otimização de custos, a venda de ativos não estratégicos e a melhoria na governança, fatores que reduziram a alavancagem e abriram espaço para novas parcerias no setor de energia. Já a Porto Seguro foi escolhida pela solidez do balanço, forte geração de caixa e baixo nível de endividamento, combinados a múltiplos considerados vantajosos.
Desempenho em fevereiro
Em fevereiro, a carteira registrou alta de 4,85%, superando o avanço de 4,09% do Ibovespa, índice de referência. Apenas Hypera (HYPE3) recuou no período, com queda de 7,49%, enquanto o melhor resultado veio da Prio (PRIO3), que subiu 9,68%.
Composição e pesos de março
O portfólio segue atribuindo peso igual de 10% a cada ativo:
Klabin (KLBN11), Localiza (RENT3), Vale (VALE3), Prio (PRIO3), Lojas Renner (LREN3), Hypera (HYPE3), Marcopolo (POMO4), Bradesco (BBDC4), Axia Energia (AXIA3) e Porto Seguro (PSSA3).

Imagem: Lorena Matos
As alterações refletem a busca por maior equilíbrio setorial e por oportunidades de valorização em empresas com fluxo de caixa robusto e perspectivas de eficiência, explicam os analistas. Para conferir detalhes adicionais sobre o desempenho do setor financeiro, consulte a cobertura da agência Reuters, referência global em notícias de economia.
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Crédito da imagem: REUTERS















