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Canadenses presos no Oriente Médio buscam voos para voltar

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Canadenses presos no Oriente Médio buscam voos para voltar

Canadenses presos no Oriente Médio buscam voos para voltar após o fechamento de espaço aéreo causado pela guerra que envolve o Irã, cancelando milhares de voos e deixando turistas sem rota de fuga.

Canadenses correm contra o tempo

Dados do Global Affairs Canada indicam que mais de 106 mil cidadãos e residentes permanentes do Canadá estavam registrados na região do Golfo até quarta-feira, número que não para de crescer desde domingo. Entre eles estão os irmãos Kimball e Ravi Sarin, que teriam saído do Sri Lanka no sábado, mas tiveram o embarque negado duas vezes no aeroporto após sucessivos cancelamentos.

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Falta de medicamentos agrava situação

Ravi Sarin destacou a urgência do retorno: “Estou em medicação e só tenho doses para mais dois dias”. Enquanto isso, o governo canadense informou ter garantido um número limitado de assentos em voos comerciais partindo de Beirute e avalia rotas alternativas, mas ainda não oferece evacuação assistida.

Opções restritas e incerteza nos aeroportos

Segundo Will McAleer, da Travel Health Insurance Association, quem está em áreas afetadas precisa monitorar constantemente rotas viáveis. Em Doha, onde o espaço aéreo permanece fechado, grupos aguardam sinal verde para decolar. O professor Stephen Lougheed, da Queen’s University, acompanha estudantes bloqueados no Catar após escala forçada, relatando que mísseis e drones ainda circulam pela região, tornando incerta qualquer liberação imediata.

Esperança em voos alternativos

Mesmo sem assistência oficial de Ottawa, o Ministério do Turismo de Israel opera ônibus até a fronteira de Eilat com Taba, no Egito, oferecendo uma rota terrestre. Ainda assim, muitos preferem aguardar voos comerciais. Os irmãos Sarin, por exemplo, conseguiram remarcar nova passagem para Toronto via Hong Kong nesta sexta-feira, em uma jornada que pode durar 35 horas — se nada mudar até lá.

Especialistas reforçam que, enquanto os conflitos persistirem, a recomendação é manter contato com companhias aéreas e acompanhar fontes confiáveis, como a Reuters, para atualizações em tempo real.

Continue acompanhando nossa cobertura sobre deslocamentos e segurança internacional em nossa editoria e saiba como os conflitos impactam viajantes ao redor do mundo.

Crédito da imagem: Global News

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