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Fundos imobiliários: os mais recomendados de fevereiro

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Fundos imobiliários: os mais recomendados de fevereiro

Fundos imobiliários: os mais recomendados de fevereiro lideram as carteiras de 11 bancos e casas de análise, que destacam a expectativa de corte na Selic a partir de março como principal motor para o setor.

Fundos imobiliários: os mais recomendados de fevereiro

No levantamento consultado por 11 analistas, os fundos de tijolo — que investem em imóveis físicos — voltaram a dominar as indicações. A perspectiva de queda dos juros tende a valorizar ativos reais e aumentar o potencial de dividendos desses veículos.

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Três nomes dividiram o topo do ranking, cada um com sete recomendações:

  • BTG Pactual Logística (BTLG11) – portfólio concentrado em galpões no estado de São Paulo, com possibilidade de revisões positivas de aluguel e estratégia de reciclagem de ativos.
  • XP Malls (XPML11) – exposição a shopping centers de alto padrão, combinando renda recorrente, diversificação e potencial de reprecificação patrimonial em cenário de Selic menor.
  • Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) – único “fundo de papel” entre os líderes, com 83 CRIs indexados ao CDI, o que preserva remuneração mesmo com juros elevados no curto prazo.

Outros destaques do mês incluem:

  • BRCO11 e LVBI11 (logística), beneficiados pela demanda crescente por centros de distribuição;
  • MCCI11 (papel), com cinco menções, focado em recebíveis imobiliários diversificados;
  • PVBI11 (lajes corporativas) e CPTS11 (multiestratégia), que oferecem maior exposição a segmentos premium e carteiras híbridas.

Segundo especialistas, a combinação de inflação controlada e possível início do afrouxamento monetário favorece especialmente FIIs com duration maior e contratos reajustados pelo IPCA. O cenário também deve reduzir o custo de capital, impulsionando a reavaliação dos imóveis.

Para investidores conservadores, analistas sugerem manter atenção à liquidez, qualidade dos inquilinos e localização dos ativos. Já os que buscam retorno maior podem se beneficiar de fundos de recebíveis com taxa atrelada ao CDI, que continuam pagando prêmios relevantes.

De acordo com o Banco Central, o mercado projeta Selic perto de 9% até o fim de 2026, criando ambiente favorável ao segmento imobiliário listado.

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Crédito da imagem: sommart/istockphoto

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