Febre amarela: Triângulo Mineiro intensifica prevenção
Febre amarela: Triângulo Mineiro intensifica prevenção marca a mobilização de técnicos de saúde do Triângulo Mineiro e do Noroeste de Minas, que participaram de oficinas para acelerar diagnóstico e ampliar a cobertura vacinal, hoje em 87,73%, abaixo da meta de 95% definida pelo Ministério da Saúde.
Febre amarela: Triângulo Mineiro intensifica prevenção
As capacitações ocorreram em 20/01 e 22/01, respectivamente nas sedes da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Unaí, da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Uberaba, da SRS de Uberlândia e da GRS de Ituiutaba. A iniciativa foi conduzida pela Força Estadual do SUS/MG em parceria com as superintendências e gerências regionais.
Segundo o painel LocalizaSUS, dos 28 municípios cobertos, apenas seis já ultrapassaram a marca de 95% de imunização contra a febre amarela. O superintendente da SRS Uberlândia, Luiz Eduardo Salomão, afirmou que a região “está à disposição para suprir demandas e distribuir vacinas, alcançando a meta em toda a área”.
Durante o treinamento, especialistas usaram casos clínicos para diferenciar febre amarela de dengue, doenças com sintomas semelhantes. O alerta foi reforçado porque, em 2025, Minas confirmou 15 casos no Sul do estado, despertando atenção para uma possível reentrada do vírus.
Na oficina de Unaí, a assessora da Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Paula Maria Raia Eliazar, destacou a necessidade de resposta integrada: “Nosso objetivo é mapear vulnerabilidades e estabelecer protocolos que agilizem investigações e contenham surtos”. Para a dirigente regional Juliana Luiz, a articulação entre Estado e municípios fortalece a vigilância e protege a população local.
Em Uberaba, o encontro no auditório da Universidade Federal do Triângulo Mineiro reuniu 155 médicos e enfermeiros. O coordenador de Vigilância em Saúde da SRS Uberaba, Maurício de Oliveira, frisou a importância de pais imunizarem crianças: “A vacina contra febre amarela previne casos graves e óbitos”.

Imagem: Internet
Mesmo sem registros em 2026, a Organização Pan-Americana da Saúde alerta que a circulação do vírus mantém risco constante em áreas de mata, o que reforça a necessidade de manter altas coberturas vacinais.
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Crédito da imagem: Dieny Fernandes















