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Prematuridade: SUS garante assistência em Minas Gerais

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Prematuridade: SUS garante assistência em Minas Gerais

Prematuridade: SUS garante assistência em Minas Gerais é um desafio de saúde pública que atinge 11,49% dos nascimentos no estado e mobiliza uma rede especializada para gestantes de risco e bebês prematuros.

Rede de atenção materno-infantil

Nos 39 municípios da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Belo Horizonte, 7.588 bebês nasceram antes de 37 semanas em 2024, o equivalente a 13% dos nascidos vivos da região. Para responder a esses casos, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) integrou políticas como o Filhos de Minas, que incentiva o pré-natal, a Rede de Medicina Fetal, voltada a gestações de alta complexidade, e o Método Canguru, focado no cuidado humanizado.

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Segundo a referência técnica em Saúde Materna-Infantil da SRS BH, Letícia Rodrigues, as gestantes identificadas como de alto risco já são encaminhadas a maternidades com Unidade Neonatal. Após o parto, o bebê prematuro passa pela Unidade de Cuidados Progressivos e, à medida que ganha peso e estabilidade, migra para setores menos complexos até a alta.

Fluxo de cuidado ao prematuro

Depois da hospitalização, o acompanhamento continua na Atenção Primária à Saúde e nos ambulatórios de follow up, que monitoram possíveis sequelas a longo prazo, como atrasos no neurodesenvolvimento e problemas oftalmológicos. A estratégia do Estado prioriza a prevenção, mas também garante tecnologia de suporte vital, como surfactante pulmonar e ventilação mecânica, sempre que necessário.

A organização da assistência mineira segue diretrizes nacionais; informações detalhadas estão disponíveis no portal do Ministério da Saúde (gov.br/saude), considerado referência em boas práticas para prematuridade.

Garantir que cada elo — da Unidade Básica de Saúde ao ambulatório especializado — funcione sem falhas é a meta que sustenta a política de cuidados. Gestantes como Olívia, mães de bebês Miguel e Rafael, confiam nesse percurso para reduzir riscos imediatos e crônicos.

Para entender outras iniciativas de saúde pública no país, visite nossa editoria Brasil e continue informado.

Crédito da imagem: Inteligência Artificial

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