EUA bombardeiam Síria após morte de americanos
EUA bombardeiam Síria após morte de americanos no mais intenso ataque contra o Estado Islâmico desde o início do ano. A ofensiva aconteceu nesta sexta-feira (24) e foi confirmada pelo secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth.
EUA bombardeiam Síria após morte de americanos
De acordo com o Pentágono, a Operação Hawkeye Strike atingiu “dezenas de alvos” ligados ao grupo extremista no centro da Síria, incluindo combatentes, depósitos de armas e centros de comando. Hegseth enfatizou que a ação é “uma declaração de vingança” pela emboscada do último sábado (18) em Palmyra, onde dois soldados do Exército norte-americano e um intérprete civil foram mortos.
Outros três militares ficaram feridos no mesmo ataque, cometido por um integrante das forças de segurança sírias suspeito de simpatizar com o Estado Islâmico. O agressor foi abatido no local, segundo o comando das tropas dos EUA na região.
Cerca de 1.000 soldados norte-americanos permanecem em território sírio, colaborando com tropas locais contra remanescentes do ISIS. A parceria formalizou-se no mês passado, quando o presidente sírio Ahmed al-Sharaa esteve na Casa Branca para acertar termos de cooperação militar.
Autoridades que pediram anonimato informaram que os bombardeios desta sexta ocorreram em várias províncias centrais, repetindo o modelo de ataques cirúrgicos utilizados pela coalizão em meses recentes. Relatos preliminares indicam “várias baixas entre militantes”, mas ainda não há balanço oficial de vítimas civis.

Imagem: Idrees Ali and Phil Stewart
Analistas lembram que a reação norte-americana era esperada. Em discurso no domingo, o presidente Donald Trump prometeu “retaliação rápida e devastadora”, reforçando a mensagem de que os Estados Unidos continuarão caçando integrantes do Estado Islâmico em qualquer lugar. A repercussão internacional pode ser acompanhada em cobertura da BBC, que monitora a situação no Oriente Médio.
Para entender como este ataque pode influenciar a política regional e a presença de tropas estrangeiras, leia outras análises em nossa editoria Brasil e siga acompanhando as atualizações.
Crédito da imagem: Global News















