Rio Doce: plano de saúde injeta R$ 220 mi em 38 cidades
Rio Doce: plano de saúde injeta R$ 220 mi em 38 cidades Plano de saúde do Rio Doce entra em nova fase após o Governo de Minas iniciar, em 9/12, a agenda do Plano de Ação Estadual em Saúde, que vai aplicar R$ 220 milhões nas cidades impactadas pelo rompimento da barragem de Fundão.
Rio Doce: plano de saúde injeta R$ 220 mi em 38 cidades
Conduzida pelas Secretarias de Estado de Saúde (SES-MG) e de Planejamento e Gestão (Seplag-MG), a rodada de reuniões abre o processo de definição das primeiras obras, serviços e aquisições que serão financiados com a verba. A secretária adjunta de Saúde, Poliana Cardoso Lopes, frisou que o modelo de governança foi desenhado “com diretrizes amplas e participação social” e que o desafio, agora, é transformar os princípios em entregas concretas.
Gabriela Brandão, subsecretária de Gestão Estratégica e Reparação da Seplag-MG, reforçou que o envolvimento direto dos prefeitos garante aderência às demandas reais. “O Estado dá mais um passo importante ao converter o acordo em entregas diretas para os municípios”, afirmou.
A programação segue até sexta-feira (12/12) com etapa microrregional, quando gestores de aproximadamente seis grupos de municípios discutirão prioridades conjuntas. O cronograma preliminar prevê que as primeiras entregas ocorram em fevereiro de 2026.
Durante os encontros individuais com cidades de maior porte, o prefeito de Bugre, Marcélio Costa, defendeu a integração entre planejamentos municipais, estaduais e federais. Já a secretária de Saúde de Mariana, Marilene Romão Gonçalves, lembrou que os recursos são “direito dos municípios após anos de espera”.
Os R$ 220 milhões anunciados em novembro representam a primeira parcela de um total de R$ 424 milhões reservados para a saúde no Novo Acordo de Reparação do Rio Doce. O montante bancará a estruturação física de unidades, ampliação de serviços e fortalecimento das redes hospitalar e psicossocial em 38 cidades mineiras.

Imagem: Internet
Após o encerramento desta agenda inicial, a SES-MG consolidará as informações coletadas, definirá responsabilidades e finalizará o cronograma definitivo. O governo destaca que o plano pretende deixar legado permanente, reduzindo desigualdades e fortalecendo a assistência nas regiões atingidas.
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Crédito da imagem: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais















