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Roubo de joias no Louvre: dois novos suspeitos acusados

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Roubo de joias no Louvre: dois novos suspeitos acusados

Roubo de joias no Louvre ganha novo capítulo após o Ministério Público de Paris apresentar acusações preliminares contra um homem de 37 anos e uma mulher de 38, presos três dias atrás durante operação que investiga o furto do acervo de coroas e tiaras avaliado em cerca de US$ 102 milhões.

Roubo de joias no Louvre: dois novos suspeitos acusados

De acordo com a promotora Laure Beccuau, o suspeito masculino responde por “furto em bando organizado” e “associação criminosa”. Já a mulher é apontada como cúmplice. Ambos foram enviados ao sistema prisional e negam participação no crime. O advogado dela, Adrien Sorrentino, declarou que sua cliente “não entende como foi envolvida nas acusações”.

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O golpe, cometido em 19 de outubro, durou menos de oito minutos. Quatro ladrões usaram um elevador de carga para acessar a Galeria Apolo, arrombar uma janela e abrir duas vitrines com cortadores de disco. Entre as peças levadas estão o colar de diamantes e esmeraldas presenteado por Napoleão a Maria Luísa, joias de Maria-Amélia e Hortênsia, além da tiara de pérolas e diamantes da imperatriz Eugênia.

Na última quarta-feira, cinco pessoas foram detidas, uma delas ligada ao local por DNA encontrado em uma scooter de fuga. Três foram liberadas. Outros dois homens, de 34 e 39 anos, já haviam sido formalmente acusados nesta semana; um deles foi interceptado no Aeroporto Charles-de-Gaulle com passagem só de ida para a Argélia. Segundo a promotoria, cerca de 100 investigadores trabalham “sete dias por semana”, analisando 150 amostras periciais e 189 objetos apreendidos.

Autoridades ressaltam que, até o momento, não há indícios de participação interna, mas a hipótese de uma rede maior não está descartada. Detalhes sobre os suspeitos permanecem sob sigilo, conforme a legislação francesa que protege a investigação e a privacidade das vítimas, política conhecida como secret d’instruction. Mais informações sobre o andamento do caso foram publicadas pela BBC, veículo de referência internacional.

O tesouro histórico continua desaparecido, e a polícia mantém buscas intensivas em Paris e arredores. Enquanto isso, o Louvre reforçou seus protocolos de segurança para evitar novos incidentes.

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Crédito da imagem: Global News

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