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Eclipse solar parcial de 21 de setembro: transmissão ao vivo

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Eclipse solar parcial de 21 de setembro: transmissão ao vivo

Eclipse solar parcial de 21 de setembro: transmissão ao vivo marca o quarto e último eclipse do ano, com exibição completa nas plataformas do Olhar Digital a partir das 14h40 (horário de Brasília).

Eclipse solar parcial de 21 de setembro: transmissão ao vivo

Neste domingo (21), a Lua voltará a se posicionar entre a Terra e o Sol, originando um eclipse solar parcial. Embora o fenômeno não possa ser visto do território brasileiro, o público nacional poderá acompanhar cada instante graças à cobertura ao vivo do Olhar Digital no YouTube, Facebook, Instagram, LinkedIn e TikTok.

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O eclipse iniciará antes do nascer do Sol em alguns pontos e atingirá o auge em uma estreita faixa do hemisfério Sul. Bases de pesquisa na Antártica terão o melhor espetáculo: a Estação Mario Zucchelli verá 72% do disco solar encoberto, enquanto McMurdo registrará 69%. A Nova Zelândia observará o fenômeno já no início da manhã, com Invercargill chegando a 72% de cobertura. Na Austrália, regiões da costa leste poderão ter até 80% do Sol oculto. Ilhas do Pacífico Sul, como Tonga e Fiji, também presenciarão a “mordida” lunar, embora de forma mais discreta.

O parcial é o tipo mais comum de eclipse solar, caracterizado pela cobertura de apenas uma parte do Sol, sem escurecer totalmente o dia. Nos eclipses totais, todo o disco solar é bloqueado, enquanto nos anulares forma-se o “Anel de Fogo”; já o híbrido mescla características dos demais. Para entender melhor as diferenças, a agência NASA detalha cada modalidade e traz cronogramas de próximos eventos celestes.

A transmissão será apresentada pelo jornalista Bruno Capozzi e pelo astrônomo Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia (APA) e diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (Bramon). Ambos comentarão, em tempo real, dados de magnitude, trajetória da sombra lunar e curiosidades históricas sobre eclipses.

Com público presencial estimado em apenas 0,20% da população mundial, a exibição on-line torna-se a principal porta de acesso ao fenômeno. Ajuste o lembrete, prepare seus aparelhos e aproveite a oportunidade de assistir a um raro espetáculo cósmico sem sair de casa.

Para mais matérias sobre ciência e espaço, visite nossa editoria de Brasil e continue informado.

Crédito da imagem: Wioleta Gorecka / APOD NASA

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