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Palhinha culpa trairagem por ausência na Copa de 94

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Palhinha culpa trairagem por ausência na Copa de 94

Palhinha culpa trairagem por ausência na Copa de 94 O ex-meia, campeão da Libertadores de 1997 pelo Cruzeiro, declarou que não foi convocado para o Mundial dos Estados Unidos por motivos extracampo, que definiu como “trairagem”.

Palhinha culpa trairagem por ausência na Copa de 94

Em entrevista ao jornalista Nivaldo Prieto, no podcast “Café com Prieto”, Palhinha revelou frustração com a lista final de Carlos Alberto Parreira para a Copa do Mundo de 1994. Segundo ele, a expectativa de estar entre os 22 era alta: entre 1992 e 1993, disputou 16 partidas pela Seleção e marcou cinco gols, além de participar da Copa América de 1993.

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“Estava em todas as convocações, tinha contrato com patrocinador, apareci até no álbum oficial de figurinhas. De repente, fiquei de fora”, lamentou. O ex-camisa 10 afirmou ter descoberto depois que a decisão foi motivada por questões fora das quatro linhas, mas preferiu não detalhar. “Foi coisa de trairagem”, resumiu.

Cria do América-MG, Palhinha brilhou no São Paulo em 1992, conquistando a Libertadores como artilheiro, com sete gols. No mesmo ano, estreou pela Seleção em amistoso contra o México. O primeiro gol com a amarelinha veio um ano depois, diante do Chile, pela Copa América. Mesmo assim, a performance não garantiu seu lugar no grupo que se sagrou tetracampeão nos pênaltis contra a Itália, em 17 de julho de 1994.

O meia chegou ao Cruzeiro em 1996, numa negociação que envolveu as saídas de Beletti e Serginho para o São Paulo. Com a camisa celeste, levantou a Copa do Brasil de 1996 e a Libertadores de 1997, somando 103 jogos e 36 gols. “A conquista continental pela Raposa compensou um pouco a frustração da Copa”, comentou.

Para quem deseja conferir mais detalhes sobre o Mundial de 1994 e suas curiosidades, a FIFA mantém um dossiê completo em seu portal oficial; acesse em fifa.com.

No fim da entrevista, Palhinha aconselhou atletas a manterem foco e cautela com bastidores. “Dentro de campo você mostra trabalho, mas o extracampo pode atrapalhar”, concluiu.

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Crédito da imagem: Paulo Filgueiras/EM

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