Cruzeiro x Barcelona deve ter recorde de público em 2024
Cruzeiro x Barcelona deve ter recorde de público em 2024. O duelo decisivo pela última rodada do Grupo D da Copa Libertadores, marcado para 21h30 desta quinta-feira (28/5) no Mineirão, já soma mais de 52 mil ingressos vendidos e pode levar 60 mil torcedores ao estádio, superando todas as marcas da temporada.
Expectativa de 60 mil torcedores impulsiona time e bilheteria
A assessoria celeste informou, no início da noite de terça-feira (26/5), que a venda de entradas ultrapassou a barreira de 52 mil unidades. Caso o número chegue ao limite previsto, o Cruzeiro quebrará o recorde que pertence à vitória por 1 a 0 sobre o Boca Juniors, em 28 de abril, quando 59.126 pessoas estiveram no Gigante da Pampulha.
Os bilhetes estão disponíveis desde sexta-feira (22/5). Sócios 5 Estrelas pagam a partir de R$ 40, enquanto o público geral desembolsa valores entre R$ 65 e R$ 290. O forte interesse reflete a importância do confronto: basta vencer o Barcelona-EQU para a Raposa, hoje vice-líder com oito pontos, garantir vaga nas oitavas. Em caso de empate ou derrota, o time ainda pode avançar, desde que a Universidad Católica vença ou empate com o Boca.
Retrospecto de público do Cruzeiro no Mineirão em 2024
Nesta temporada, a equipe mineira reuniu públicos relevantes em Belo Horizonte, como os 53.921 presentes no clássico contra o Atlético e os 43.929 no revés diante da Universidad Católica. A lista ainda inclui:
- 43.252 torcedores em Cruzeiro 0 x 0 Santos (Brasileiro)
- 38.674 em Cruzeiro 2 x 1 Bragantino (Brasileiro)
- 35.139 em Cruzeiro 1 x 2 Pouso Alegre (Mineiro)
O possível novo recorde reforça a retomada da confiança da torcida, elemento considerado crucial pelo técnico e pelos jogadores. A Confederação Sul-Americana de Futebol destaca em seu site oficial a relevância da participação do torcedor em decisões da Libertadores, fator que pode “mudar o rumo de uma partida” (Conmebol).

Imagem: Gustavo Martins
Com o Mineirão lotado, a Raposa terá ambiente favorável para buscar os três pontos e, de quebra, consolidar a maior renda do ano — superando os R$ 4,66 milhões arrecadados contra o Boca Juniors.
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Crédito da imagem: Gustavo Martins/Cruzeiro















